domingo, 18 de setembro de 2016

SETEMBRO AMARELO - MÊS DE ALERTA CONTRA O SUICÍDIO

O carcereiro despertou do sono e, vendo abertas as portas do cárcere, puxando da espada, ia suicidar-se, supondo que os presos tivessem fugido. Mas Paulo bradou em alta voz: Não te faças nenhum mal, que todos aqui estamos! Então, o carcereiro, tendo pedido uma luz, entrou precipitadamente e, trêmulo, prostrou-se diante de Paulo e Silas. Depois, trazendo-os para fora, disse: Senhores, que devo fazer para que seja salvo? Responderam-lhe: Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa.
Neste mês de setembro a sociedade volta a sua atenção para um grave problema que tem assolado a população global: o suicídio. Muito se tem falado sobre a enorme incidência entre os jovens de 15 a 29 anos e entre os idosos acima de 70. Temos visto que, com seus assustadores tentáculos, o suicídio tem se tornado uma preocupação mundial e uma verdadeira catástrofe que chama a atenção de todos os setores sociais, especialmente o da Saúde, movendo médicos, psiquiatras e psicólogos.
Até a algum tempo atrás, diante desta realidade, a atitude dos crentes se resumia a debater acerca do destino eterno do suicida e a busca de melhor expressar cuidado e consolo às famílias enlutadas. Contudo, atualmente o suicídio tem se manifestado com semelhante ocorrência também entre pessoas reconhecidamente evangélicas, deixando igrejas perplexas, pois até mesmo pastores o tem intentado!
Bem sabemos da complexidade destes fatos, que têm causas físicas, mentais, emocionais e espirituais, que não podem ser ignoradas. Todavia, ainda mais necessário se faz, apontar à nossa geração a nossa incapacidade de carregar o mundo em nossas próprias costas, pois todos temos a necessidade de uma vida em completa dependência de Cristo! Sejamos sinceros em assumir que precisamos e devemos morrer para este mundo, entretanto, sem nos suicidar e sim iniciarmos uma nova vida com Jesus. Pois Ele, e somente Ele tem a solução para o nosso desespero; trazendo nova vida, perdão e paz para o coração aflito!


segunda-feira, 13 de junho de 2016

O Dia dos Namorados

Há três coisas que são maravilhosas demais para mim, sim, há quatro que não entendo: o caminho da águia no céu, o caminho da cobra na penha, o caminho do navio no meio do mar e o caminho do homem com uma donzela”  Provébios 30.18,19

Uma família feliz e fiel a Deus, com pais firmes e amorosos e filhos sinceros e obedientes. Família é tudo de bom! É o porto seguro em meio às tempestades, a certeza do amor mesmo quando nos contraria e corrige! Que filho de Deus não deseja isto para si?
Mas, poucos relacionam este desejo amável ao tema que comemoramos hoje: “O Dia dos Namorados”.
Infelizmente, o namoro tem sido visto como um mero esporte entre jovens, um meio de passatempo e curtição, onde os casais vão se experimentando e se envolvendo até, quem sabe o inesperado pedido de casamento. Não é bom que seja assim!
É importante que as pessoas que se amam e amam a Deus tenham a fase de namoro em alta conta, como o tempo de se preparar e planejar a tão sonhada família.
Não basta olhar apenas para o momento, e meramente sanar necessidades pontuais; é preciso que os dois percebam e trabalhem em si e no outro as condições necessárias para a formação de uma família fiel e feliz! E alguém poderá dizer: Como esperar tudo isto, ainda na fase inicial do namoro? Não seria pedir demais dos jovenzinhos? Mas,  eu é que pergunto, é preciso mesmo começar tão cedo?
Deve-se ter maturidade para iniciar um namoro cristão, pois o fim pretendido é e deve ser o casamento!
Na verdade, não há como saber, com certeza, qual namoro se confirmará em matrimônio; todavia, se olharem um ao outro e não enxergarem as mínimas condições de um futuro marido ou esposa, eu lhes asseguro que é melhor nem começar, pois, o risco é enorme de logo, logo iniciar e formarem uma família desajustada, sem a bênção do Senhor!

Mas, e o amor, a paixão aonde ficam? Tudo isto deve ser reservado para quem realmente valha a pena. Confiem em Deus e ele dará todas as condições para que seu namoro seja um promissor e proveitoso caminho de fidelidade, amor, amizade e respeito, nos limites estabelecidos por Deus entre os jovens apaixonados. Que o Senhor os abençoe!!!

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

SAIA DO ANONIMATO E SEJA SALVO!

A Bíblia relata uma cura realizada por Cristo, sem que precisasse sequer de um pedido, nem mesmo de uma palavra. Uma mulher enferma havia doze anos, teve a sua saúde restaurada instantaneamente, apenas por tocar com fé nas pontas das vestes de Jesus.
Daí muitos hoje convidam efusivamente: toque nas vestes de Cristo e serás curado!
Contudo, vemos no Evangelho que Jesus não concorda com semelhante proclamação; Ele quer nos dar algo muito maior.
Confira:
43  Certa mulher que, havia doze anos, vinha sofrendo de uma hemorragia, e a quem ninguém tinha podido curar e que gastara com os médicos todos os seus haveres,
44  veio por trás dele e lhe tocou na orla da veste, e logo se lhe estancou a hemorragia.
45  Mas Jesus disse: Quem me tocou? Como todos negassem, Pedro com seus companheiros disse: Mestre, as multidões te apertam e te oprimem e dizes: Quem me tocou?.
46  Contudo, Jesus insistiu: Alguém me tocou, porque senti que de mim saiu poder.
47  Vendo a mulher que não podia ocultar-se, aproximou-se trêmula e, prostrando-se diante dele, declarou, à vista de todo o povo, a causa por que lhe havia tocado e como imediatamente fora curada.
48  Então, lhe disse: Filha, a tua fé te salvou; vai-te em paz. (Lucas 8.43-48)
Vemos que nosso Senhor não se contenta em ser um milagreiro, apenas um remédio para a hora de aflição. Jesus quer um relacionamento verdadeiro de vida, obediência e adoração da parte daqueles que O procuram! Ele para o que está fazendo e chama a atenção ao fato: “Alguém me tocou!”
Finalmente, a mulher que fora curada, vencendo o medo e a insegurança, se apresenta ao Salvador, pois a insistência do Mestre a constrange para um posicionamento de manifesta gratidão e de um público compromisso com Ele.
É fundamentado na Palavra de Jesus que eu chamo a sua atenção para que você não O tenha tão somente como a solução imediata para determinado problema; busque-o como o seu salvador, o seu melhor amigo, o seu orientador, o verdadeiro dono da sua vida!

Tenha a certeza que isto fará toda a diferença! Apenas quem se entrega a um compromisso de vida com Cristo recebe a maior bênção de todas: A certeza da vida eterna e da paz com Deus! “A tua fé te salvou; vai-te em paz”.   

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Feliz Natal e Próspero Ano Novo

Aos meus amigos lego estas linhas
Largadas ao léu das línguas fartas
Falta-me o traquejo das entrelinhas
Entretanto, sobeja o anseio de tecer cartas.

Cada ano que termina ou se inicia
Incita os votos que felicitam
"Feliz Natal" e "Próspero Ano Novo"
Novamente se ouve e se replicam

Repilo o costume instaurado
Insisto em buscar diferença
Divirjo do hábito cunhado
Cuidando de não causar ofensa
Ofereço meu verso rimado
Rima rica de amizade imensa

Imaginando em verso ou prosa
Propondo frase, dito e sentença
Sensibilizo-me com uma rosa
Roubando a atenção sem pretensa

Prevejo que com todo o labor da minha mente
Mensagem melhor e mais bela não promovo
Provo-me sincero rogando a Deus tão somente
Solicito que dê a todos: Um Feliz Natal e Próspero Ano Novo!

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Está Chegando o Natal!

É sempre aquela correria e todos os anos é a mesma coisa:
Enfeitar a casa, armar a árvore, comprar os presentes e preparar a Ceia.
E, uma vez reunida a família, se espera que tenha valido a pena!

Contudo, infelizmente, nem sempre se chega a esta conclusão, pois, numa casa alguém bebe além da conta, e fala mais do que devia; e, em outra acontece uma briga tola na hora do amigo secreto; e há residências onde o que mais se repara é a ausência, e só sabemos que é natal pelas luzes e o barulho da TV no centro da sala transmitindo o show do Roberto, abafando o som de um choro de saudade. Tragicamente, esta tem sido a realidade de muitos lares!
O que está havendo afinal? Como as coisas chegaram a este ponto?

É aí que nos damos conta de que sem Jesus, de nada vale a mesa farta; sem o Salvador de nada serve a reunião e, sem o Grande Homenageado se torna em vão tanto esforço dispensado. Pois, por mais que se tente disfarçar, não tem a menor graça Natal sem a presença do aniversariante! Sim, Ele é o único que não pode faltar!

Mas, ainda dá tempo! Vamos anunciar a todos que existe um salvador que sofreu em nosso lugar e pagou pelas nossas culpas, e, mesmo quando não é época de Natal, promove uma festa singular no céu e no coração de cada pecador que se arrepende!

Jesus, o aniversariante, é Deus Conosco, é quem traz a Paz e orienta a festa e a vida, é quem livra dos vícios, e também nos consola das ausências sentidas e nos dá a verdadeira alegria!

Chamemos Jesus para a nossa casa, entreguemos a Ele o lar e o coração e vamos celebrar juntos o Seu nascimento! 

Então poderemos dizer aos familiares e amigos, sem o menor receio de frustração:  
- Tenham todos com Cristo um Feliz Natal!!!


segunda-feira, 12 de outubro de 2015

NÃO ATRAPALHEM AS CRIANÇAS DE CONHECER E SERVIREM A JESUS

Nosso Senhor agiu com firmeza quando ordenou aos discípulos que não impedissem as crianças de segui-lo. Mas, como seria em nossos dias? Como nossos cultos modernos poderiam, de algum modo, afastar as nossas crianças da presença de Jesus?
1. Reuniões Tristes
Infelizmente, muitos líderes tem confundido a solenidade devida ao trabalho de adoração com um ritual frio e sem envolvimento emocional, levando à uma adoração mecânica e depressiva. Conquanto exista o momento de tristeza na necessária repreensão e confissão de pecados, a alegria é logo restaurada e multiplicada pela consciência do perdão, mediante o arrependimento sincero. As nossas crianças precisam conhecer esta alegria!
2. Cultos onde o diabo parece ser grande e o estranho ganha normalidade
A Bíblia nos ensina sobre a realidade da existência do diabo e dos cuidados que devemos ter, vigiando, orando e resistindo às suas ciladas. Contudo, muitos cultos parecem demonstrar que a figura do inimigo seja essencial para que aconteçam, com invocações às entidades e expulsões teatrais e espalhafatosas, sem contar as tais "estranhas possessões" atribuídas ao Espírito Santo. Deste modo, a igreja deixa de ser um lugar de alívio e paz para se revelar em ribalta do diabo. Como queremos que nossas crianças acreditem que ali é a Casa de Deus?
3. Sermões Difíceis de Entender
Por vezes, ouvimos pregações muito mais dedicadas a citar nomes e conceitos científicos, recheadas de termos gregos, hebraicos e teológicos do que em esclarecê-los para aproveitamento e edificação do povo de Deus. Se muitos adultos não entendem o que é pregado em muitos púlpitos, o que será de nossos pequeninos?
4. A Sala de Brinquedos
Muitas igrejas optam por separar as crianças na hora da mensagem para que tenham a Palavra pregada de forma acessível e direcionada a elas. Porém, nem sempre se toma o cuidado de que assim seja de fato, o que torna a saída das crianças meramente para a “sala de brinquedos” onde, entretidas com atividades divertidas, não poderão atrapalhar o culto de seus pais. Nossos filhos precisam conhecer a Jesus e receber dEle a orientação tão necessária. É verdadeira crueldade levá-las de volta para casa depois de um culto, tão carentes espiritualmente como chegaram!
5. Falta de Disciplina Amorosa
Por vezes se ouve dizer que crianças são assim mesmo e as deixamos à vontade para andar pela igreja sem se deter a nada do que está acontecendo ali, elas se "acostumam" com os serviços religiosos, sem, sequer, compreender a importância deles. Outras vezes as corrigimos com notada falta de gentileza, indo na direção contrária do que pretendemos lhes ensinar sobre amor e comunhão. Precisamos nos corrigir, para então podermos bem corrigi-las, com amor, firmeza e ternura!
Que Deus nos ajude a servirmos nós mesmos de exemplo de amor e fidelidade a Deus, para que, como os primeiros discípulos, não incorramos na repreensão de nosso Senhor! 

domingo, 23 de agosto de 2015

Fé Versus Crendice



Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim. João 14.8

Em 22 de agosto, comemoramos o dia do folclore. Neste dia falamos dos contos, lendas e “histórias” que pululam o imaginário popular, ateiam a curiosidade e colorem nossas conversas.   Facilmente nos recordamos da nossa infância e dos “causos” que ouvimos dos antigos, muitas vezes em roda de conversa ou na hora de dormir. Foi assim que conhecemos, entre outras, as histórias de sacis, iaras, príncipes e princesas. Além disso, folclore também é expresso nas deliciosas receitas de culinária, na arte, nas danças, nos usos e nos costumes de um povo.  Sem dúvida, somos bastante influenciados por este enorme conjunto cultural. Todavia, é preciso que tenhamos o cuidado de dizer que nossa crença em Jesus não se encontra neste mesmo patamar. É certo que para os que não crêem como nós, e até que Cristo os ilumine, é natural que façam tal confusão, pois o máximo que fazem é se alegrar com a beleza das histórias bíblicas e com a profundidade de sua sabedoria. Mas, nós devemos ter muito firme em nossa mente e pregação a compreensão de que a Bíblia Sagrada é a verdadeira Palavra de Deus pela qual fortalecemos nossa fé e dirigimos nossos caminhos, e que tudo aquilo que ela diz ser verdade, assim é e em nada pode ser confundida com crendices ou superstições.
Cremos e confessamos que Jesus Cristo, o Filho de Deus, veio ao mundo, tomou nossa culpa para si, morreu por nossos pecados, ressuscitou, cuida de nós e há de voltar para julgar vivos e mortos!

A Jesus somos devedores, não apenas de saudáveis histórias de cunho moral e didático, mas, de nossas vidas e felicidade, de nosso consolo e esperança. Seus ensinos não nos dirigem tão somente ao bem viver, muito mais do que isto, nos dão vida e Vida Eterna!

domingo, 26 de julho de 2015

OS DESIGREJADOS

“Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união!”
Salmo 133. 1

 Hoje em dia, um novo fenômeno tem crescido em nossa sociedade envolvendo crentes das mais diversas denominações. Com as freqüentes decepções com líderes religiosos e tensões nos relacionamentos dentro das igrejas, muitos tem optado por um cristianismo solitário dando origem ao movimento dos “desigrejados”. Chamamos movimento, pois, esses estão em número cada vez maior. Eles reservam sua fé para si mesmos ou, no máximo a compartilham com amigos e parentes próximos, mas, para evitar problemas, geralmente se mantém extremamente reservados e acompanham os cultos de sua preferência pela Internet, rádio ou televisão. Dizem que esta é uma nova modalidade de cristianismo onde o ganho é o mesmo e não há riscos. Será que, desta forma, finalmente foi resolvido o problema de falta de comunhão entre os crentes? Parece que sim, pois, separados uns dos outros eles não vão mais brigar entre si. Mas, voltemos à Bíblia Sagrada e, logo veremos que não é este o remédio preparado por Deus para as crises entre irmãos. É claro que Deus não quer que vivamos em contendas, mas, Ele preparou maneiras apropriadas para que elas sejam resolvidas. 

O verdadeiro e eficaz remédio para tais conflitos envolve leitura da Bíblia, oração, aconselhamento, perseverança, paciência, perdão e as mais diversas formas de demonstrar amor (conf. I Co 13). Mas, quem está disposto a fazer este “tratamento de choque”? Infelizmente, muitas vezes nos reunimos na igreja apenas na intenção de receber amor, e quando surgem os embates nos afastamos e, assim, nós mesmos não demonstramos o amor que a Palavra de Deus nos recomenda. A única razão legítima para nos afastarmos de uma determinada comunidade é quando chegamos à conclusão de que seus ensinamentos e práticas, biblicamente falando, não permitem mais que recebam o nome de Igreja Cristã.  Tal afastamento só deve se dar após todas as tentativas amorosas de solução, vendo que os líderes persistem em ensinar coisas estranhas à viva Palavra de Deus; e o passo seguinte é se unir à uma igreja que obedeça à Bíblia Sagrada.
Lembremos que, mesmo uma igreja fiel terá embates e dificuldades, pois, todos somos pecadores. Mas, onde o amor cristão prevalece os problemas são resolvidos e ao final os relacionamentos se fortalecem e Deus é glorificado! "Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros." João 13. 35

sábado, 14 de fevereiro de 2015

CARNAVAL: A FESTA DA CARNE

Há muito tempo atrás, o povo de Israel era temido pelos seus inimigos. Todos tinham muito fresca na memória a grande libertação do domínio do Egito, a miraculosa passagem pelo mar Vermelho e as muitas vitórias do povo de Deus sobre seus adversários. Diante disso tudo, Balaque, rei dos moabitas decidiu apelar para as forças ocultas com o fim de vencer o Deus dos israelitas. E assim, a preço de ouro, contratou o mais famoso feiticeiro de seu tempo, o temido Balaão. Essa história nós encontramos no livro bíblico de Números, a partir do capítulo 22. No texto bíblico vemos as peripécias do agoureiro, fazendo de tudo para derrotar o povo da Aliança. Contudo, vez após vez, ele fora obrigado a abençoar aqueles aos quais seria pago para amaldiçoar. E, no final de tudo, Balaão teve que admitir que: “contra Jacó não vale encantamento, nem adivinhação contra Israel”.
Seria bom se a história acabasse assim; contudo, aconselhado pelo falso profeta, o rei moabita conseguiu trazer sobre Israel a ira do próprio Deus, enviando belas moças ao acampamento dos israelitas que, com danças e tamborins os levou à imoralidade e à idolatria.
Entretanto, mesmo lendo a Bíblia, muitos cristãos modernos parecem não ter aprendido, ou talvez se esqueceram daquela lição. Infelizmente, não percebem que o inimigo continua usando as antigas armas, e conseguindo semelhantes resultados!
Nossas crianças são, desde cedo atraídas pelo “inocente” carnaval infantil, para terem o devido reforço na adolescência e juventude, quando já seduzidas, não se sentem tão desconfortáveis com a degradação e imoralidade à sua volta. É triste ver o povo de Deus torcendo pela sua Escola de Samba favorita, e até entoando seus refrões, apesar das claras menções às entidades espirituais que são cultuadas na avenida. É vergonhoso perceber a cegueira que parece contaminar a todos, como se exibir o corpo fosse apenas uma questão de estética e escolha de adereços, e não uma muito mal disfarçada ocasião para a imoralidade e a devassidão.
Precisamos urgentemente declarar a completa incompatibilidade dos filhos de Deus com esta festa pagã!
Ainda resta alguma dúvida?
Então leia o que diz a Palavra de Deus:
“Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam”. Gálatas 5. 19-21
Pr. Sandro Márcio
 
  

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Deus envia Seus mensageiros


Vendo, pois, o sogro de Moisés tudo o que ele fazia ao povo, perguntou: Que é isto que tu fazes ao povo? Ex 18:14

Nós sempre falamos acerca das conseqüências do pecado na vida humana, tais como o distanciamento do Criador e de nossos semelhantes. Contudo, algo que quase sempre nos escapa é o mal que o pecado fez à nossa própria percepção das coisas. Ou seja, muitas vezes nem sequer percebemos o quanto estamos errados!

Infelizmente é verdade, temos os sentimentos muito aguçados às coisas à nossa volta, mas, não conseguimos enxergar a dimensão do mal que existe em nós.

Graças a Deus, temos a Bíblia a nos orientar acerca do que é certo ou errado; todavia, somos capazes de melhor aplicá-la aos problemas e defeitos dos outros do que aos nossos próprios. Por isso, o Senhor nos envia Seus mensageiros! Eles são “anjos” de Deus mandados para o nosso bem e correção, mas, muitas vezes não os reconhecemos.

Estes “anjos” de Deus não tem espadas ou asas, nem tão pouco são sobrenaturais, entretanto, são muitas vezes a nossa única esperança de, finalmente ouvirmos a voz de Deus. Falo das pessoas que nos amam de verdade, nossos amigos verdadeiros e parentes chegados. Quantas vezes essas pessoas têm reclamado acerca erros e defeitos nossos, muitas vezes, com lágrimas nos olhos; e insistimos em não lhes dar ouvidos, pois, afinal, “ninguém nos conhece profundamente como nós mesmos”, dizemos. E, deste modo, desprezamos verdades que precisávamos tanto considerar. Devemos dar mais valor e atenção àqueles que nos amam! É claro que a Bíblia é a nossa única e infalível regra de fé e de prática; e é a ela devemos recorrer para julgar os conselhos que recebemos, mas, que Deus nos ajude a não desprezarmos, talvez, as últimas chances que temos de ouvi-lO!