segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

CRENTES OU CLIENTE$?

“... Nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne,
fazendo a vontade da carne e e dos pensamentos;
e éramos  por natureza filhos da ira...” Efésios 2. 3
Vivemos numa sociedade comercial onde a pessoa mais importante é o cliente. Já não se fala mais que o funcionário deve  “vestir a camisa da empresa”, e sim “vestir a camisa” do cliente, isto é, conquistá-lo a todo custo. Sim, haja o que houver todos estamos cientes de que, é dele que o comércio se sustenta, e que contrariá-lo é dar adeus ao sucesso.
Assim em certos momentos nos sentimos importantes diante da disputa que os lojistas fazem pela nossa atenção, na verdade, pelo nosso dinheiro.
Um conceito que muito tem sido buscado é o de “fidelização do cliente”, isto é, não basta conquistar o cliente, é preciso mantê-lo fiel à empresa ou ao produto.
Mas, isto não é fácil, pois o cliente é muito exigente e a menor contrariedade é capaz de afastá-lo de vez; afinal, são diversas empresas e milhares de produtos à nossa escolha.
De fato, a valorização ao cliente é algo muito bom, fruto de muitas lutas, consolidado no Código de Defesa do Consumidor.
Todavia, este modo de relacionamento (cliente/empresa) tem se transportado para o meio evangélico, pois, muitos pastores, crentes e até mesmo igrejas inteiras têm assimilado a idéia de concorrência e de mercado. Expressões como “Aqui o dízimo é 08%!”, “Faça um sacrifício a Deus, que ainda esta semana você será abençoado!” ou ainda “Se eu não gostar do pastor, paro imediatamente de dar o dízimo!” e “Se me contrariarem mudo de igreja!” já não são tão incomuns entre nós. Parece haver uma confusão entre a fidelidade a toda prova, requerida por Deus, e a “fidelidade” buscada nas propagandas comerciais. Enquanto a primeira é obrigação dos crentes, conhecidos como fiéis, em reconhecimento de que pertencem a Deus que os comprou com o sangue de Cristo; a segunda é apenas o temporário reconhecimento de que com esta ou aquela marca (igreja) se esta levando alguma vantagem.
Reflita com atenção a esta sensível diferença, e veja qual é a sua verdadeira relação com a igreja de Cristo; você é crente ou cliente?

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

E a terra completa mais uma volta ao redor do sol...

É isso que significa a entrada do ano novo para muitos, apenas o prosseguimento natural do curso da vida; afinal o que ocorre de tão extraordinário entre 31 de dezembro e 1º de janeiro?
Não posso afirmar ao certo o que ocorre entre um dia e outro, mas, posso dizer o que, creio eu, deveria ocorrer:
Deveria cada pessoa refletir de todo o ano que passou, as conquistas e as desilusões, rever os passos acertados e também os mal dados, e pensar no valor de cada momento vivido.
Devemos considerar sobre aquilo que seria bom repetir no ano que se inicia, e o que é prudente evitar por toda a vida.
É importante reparar que uma mão graciosa nos amparou, de tal maneira que mesmo as piores atitudes não tiveram todas as graves conseqüências que poderiam ter, e reconhecer que as boas ações brotaram em nosso coração por fruto de uma iluminação divina.
É bom perceber que Deus não esperou um convite formal para nos fazer o bem, e suavizar o mal que, com justiça, nos poderia suceder. 
Fim de ano é tempo de reflexão, esperança e gratidão; é o momento certo de lembrar o último reveillon, as resoluções do ano passado, e o desfecho que elas tiveram; mas, não para nos desanimar, pelo contrário, para que mais maduros do que no ano passado possamos hoje traçar um rumo melhor para nossa existência.
Deus é o mesmo e é bom demais que isso seja assim, pois podemos sempre contar com Seu amor e sabedoria; nós é que precisamos mudar, e mudar para melhor. Tivemos um ano inteiro para experimentar a vida ao nosso modo, e naquilo que desagradamos a Deus podemos ver agora os tristes frutos que colhemos, assim como nos alegrar naquilo em que lhe fomos fiéis, mesmo que tenhamos sofrido por nossa fidelidade, ainda assim sabemos que valeu a pena, e desta maneira consolamos e fortalecemos o nosso coração para o novo ano que se inicia.
Assim, espero que não percamos a bela oportunidade que temos para recomeçar. Desejo a todos:  UM FELIZ ANO NOVO, COM JESUS!!!

FELICIDADES!!!

Todo ano é a mesma coisa, palavras, palavras e palavras; até quando? Será que a felicidade não passa de uma saudação de final de ano ou é apenas um nome bonito para um bairro? A Bíblia diz: “Ó SENHOR dos Exércitos, feliz o homem que em ti confia.” (Salmos 84.12). Mas se nós confiamos em Deus, por que então não somos felizes? Será que confiamos de fato?
Confiar significa muito mais do que esperar que algo vá acontecer, é descansarmos na certeza de que tudo o que acontecer será o melhor para nós e agirmos de acordo com esta fé. Por exemplo: O que quer dizer confiar nossos filhos aos professores da escola? Não é entregar-lhes a guarda de nossas crianças na confiança de que lhes farão bem e não mal?  No começo não é fácil, ficamos temerosos, e só depois de conhecermos bem tais professores é que ficamos tranqüilos durante o tempo em que nossos pequenos estão na escola.  Do mesmo modo, confiar em Deus significa muito mais do que acreditar que Deus existe, é saber que Ele é bom, e ter a segurança de que todos, eu disse todos, os problemas de nossa vida estão sob a guarda poderosa do nosso Pai do Céu. Sabemos que, de qualquer modo, sempre as coisas acontecem como Deus quer, mas será que realmente  “sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus” (Rm 8.28)? Se de fato acreditamos em Deus, não teremos dificuldade em obedecê-lo, pois entenderemos que as suas ordens são sempre o melhor para nós, melhor ainda do que tudo quanto pedimos ou pensamos (Cf. Ef. 3.20). Assim, podemos ver que a felicidade está diretamente ligada à paz de espírito, ou seja, eu posso dormir e acordar tranqüilo, não que eu não tenha problemas, mas, na certeza de que a minha vida (inclusive meus problemas) tem a atenção direta do Todo-Poderoso, como diz o salmista: “Em paz me deito e logo pego no sono, porque, SENHOR, só tu me fazes repousar seguro” (Salmo 4.8). Isto não exclui o meu dever de trabalhar na solução das dificuldades, pelo contrário, me dá ainda mais garra e uma direção segura para fazê-lo. Assim, e só assim podemos ser felizes, não a felicidade momentânea de concretizar um desejo, mas a verdadeira felicidade, conforto e satisfação de entregar todos os nossos dias e anos Àquele que prometeu cuidar bem de nós, na certeza de que Ele cumpre Suas promessas. “lançando sobre Ele toda a vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vós” (I Pedro 5.7). 

TEMPO DE MUDANÇA!

“Senhor, resolvo dar aos pobres a metade dos meus bens; e, se nalguma coisa tenho defraudado alguém, restituo quatro vezes mais”. Lucas 19.8
É sempre assim, a cada entrada de ano você renova os votos de paz e alegria, bem como as promessas de mudanças para o ano que se inicia. Mas, qual o quê?! Olhe para o final do ano passado e veja quantas coisas você disse que faria e não fez? Quantas decisões que se desfizeram em cinzas: o regime que não foi pra frente, o estudo que iria cursar, os livros que iria ler, as pessoas que iria visitar, as atitudes que decidiu tomar e os vícios que iria abandonar; a leitura bíblica diária, a freqüência aos cultos, etc. O que deu errado afinal??? Talvez não fosse algo que você quisesse realmente, talvez tenha sido só empolgação de ano novo, ou, quem sabe, falou por falar.
As palavras do início deste texto foram pronunciadas por alguém que realmente acreditava no que estava dizendo. São palavras de Zaqueu, um homem que teve uma real e verdadeira transformação depois de seu encontro com Jesus. Sabemos que Zaqueu estava bastante preocupado com a maneira errada como vivia, a tal ponto de procurar ver Jesus, mesmo que para isso, ele, um homem crescido, precisasse subir numa árvore como um garoto; e foi justamente o que ele fez. Zaqueu queria muito ver Jesus, mas não podia imaginar que ouviria do mestre palavras de amor e perdão, e ele as ouviu. Jesus disse-lhe que queria muito estar com ele, que desejava urgentemente entrar em sua casa. Zaqueu, mais do que depressa, desceu da árvore, e recebeu o Senhor em sua casa. Não sei se era ano novo, mas para Zaqueu era muito mais do que isso; significava “Vida Nova”. Daí, ele declarar que a partir de então corrigiria os seus erros e tomaria um novo rumo em sua vida. Com certeza, Zaqueu cumpriu o que prometeu. Sabe por que? Porque ainda que o Senhor tenha precisado fisicamente se dirigir para outras casa e lugares, a partir daquele instante Jesus nunca mais ia sair de dentro do coração daquele novo homem, chamado Zaqueu.
Mudar hábitos pode ser saudável, mas, Jesus nos chama para muito mais do que isso, Ele nos convida para uma vida diferente que se renovará a cada dia. Mais do que um Feliz ano Novo, eu lhe desejo uma Feliz Vida Nova, com Jesus!

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

E QUE DEUS ABENÇOE OS OUTROS!

Há um antigo conto árabe de dois homens muito gananciosos que tendo encontrado um anjo este lhes deu o direito a um único pedido, que sendo feito por um deles, receberia de imediato o pedido feito e o amigo ganharia o dobro do que foi pedido. Após longos minutos de silêncio um deles arremessou-se sobre o outro sufocando-o e dizendo: Peça logo seu miserável! E ele respondeu: Quero perder um olho! E com seu único olho pôde ver que o seu companheiro ficara cego. Este conto reflete a enorme dificuldade que temos de buscar o bem do outro antes que o nosso próprio.
Lembremos que ninguém há tão famoso por sua paciência quanto o patriarca Jó. Homem de fina estirpe, capaz de suportar as piores provações sem abandonar a fé em Deus. Perdeu dinheiro, bens, e até mesmo a família, mas não a confiança que pacientemente aguardava pelo seu redentor. Esta é, sem sombra de dúvidas, a primeira lembrança que temos deste bom homem. Mas, além desta qualidade, outra importante faceta de Jó é revelada em seu livro: ele era um homem de oração. Vemos isto no início da narrativa ao encontrá-lo intercedendo por seus filhos e ainda mais no final do livro quando ele suplica a Deus pelos seus pretensiosos amigos. Convenhamos, existe algo de surpreendente em Jó se dedicar a buscar a Deus pelo bem daqueles que o magoaram tanto, num momento em que ele tanto necessitava de ajuda e consolo. A pergunta que primeiro nos vem a mente é: Com exceção de Jesus, quem mais faria isto? Entretanto, concluindo o livro de Jó, percebemos que a medida em que ele orava pelos outros, Deus o abençoava, lhe dando mais do que a restauração da sua vida de outrora. É certo que cada um tem a sua própria história e não podemos esperar viver o que Deus reservou para outro; contudo, o princípio permanece: O nosso Senhor abençoa seus filhos enquanto eles buscam a Deus e oram pelos outros. “Agrada-te do Senhor e Ele satisfará os desejos do seu coração” e “Buscai, pois, em primeiro lugar o reino de Deus e a Sua justiça, e as demais coisas vos serão acrescentadas” e “Bem aventurados os misericordiosos porque eles alcançarão misericórdia”; assim, cumpramos a vontade de Deus, zelando e orando pelo bem dos outros, na certeza de que é Deus quem infalivelmente cuidará de nós. 

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Sandro e Elenice 18 anos de uma família abençoada por Deus!!! 14/11/1992-14/11/2010



Eu te agradeço, ó Deus

Pois conheceste meu coração solitário

Contemplaste minhas lágrimas noturnas

Suportaste minhas tolas procuras

Perdoaste minhas desventuras

Me animaste em meio às amarguras

E por fim me deste tanta doçura!



Eu te agradeço, ó Deus

Pois, que dia foi que eu te pedi tanto?

Eu que jamais sonhei tão alto

Que de sofrer só buscava um consolo

Que imaginava que fosse tolo

Supor que nesta vida existisse tamanho encanto.



Eu te agradeço, ó Deus

E de tão grato, nem sei o que faço

Só posso dizer que me amas de fato

E que todo o amor que tenho em meu peito

É somente uma tênue imagem refletida

Mas, crendo em Jesus e na salvação que me foi garantida,

Fito os olhos da mulher querida

E dos filhos que ela me deu recebo o abraço,

E assim, desfruto aqui um pedacinho da eterna vida!

sábado, 6 de novembro de 2010

Tragada foi a morte pela vitória! 1Coríntios 15. 54

Ano vai, ano vem, e com ele mais um “Dia de Finados”. O movimento nos cemitérios é intenso, milhares de pessoas se dirigem a eles na esperança de uma lembrança, um consolo, ou tão somente mais um gesto de carinho aos que já partiram.

Este dia nos depara com a realidade que muitos não querem aceitar: A MORTE.

Não quero ser pessimista, mas, se tudo correr normalmente nós também morreremos; e a pergunta é: Você está preparado para deixar esta vida?

Os que confiam no Senhor deveriam saber que podem confiar a Ele não apenas a sua vida, mas também a vida dos que ficam, sejam cônjuges, filhos, pais ou avós.

Contudo, creio que o grande problema se encontra na imagem que fazemos da morte; se pensarmos nela como um estado de sono profundo, ou como um ser esquelético com uma foice na mão, certamente torna-se compreensível o medo e a insegurança. Todavia, aprendemos que o Filho de Deus morreu para nos resgatar da condenação e para nos levar com Ele. “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso” (Lucas 23. 43) disse Jesus a alguém que acabara de aceitá-lo e estava prestes a morrer. E é isso que pregamos quando recitamos: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3. 16). Deste modo, para aquele que confia em Jesus, a morte perdeu toda a sua força de amedrontar; a ponto de Paulo dizer: “Porquanto, para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro. Entretanto, se o viver na carne traz fruto para o meu trabalho, já não sei o que hei de escolher. Ora, de um e outro lado, estou constrangido, tendo o desejo de partir e estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor”(Filipenses. 1. 21-23).

Assim, nossa postura diante da morte está intimamente ligada ao que esperamos dela, e especialmente aos cristãos ao que esperamos de Cristo.

Ele prometeu: “E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século”(Mateus 28.20).

Confiemos nesta palavra e falemos como falou o apóstolo: “Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. Quer, pois, vivamos ou morramos, somos do Senhor” (Romanos 14.8).

“NÓS JÁ FOMOS COMO VOCÊ, E UM DIA VOCÊ SERÁ UM DE NÓS”

Esta era a macabra inscrição no portão de um cemitério, trazendo em seu humor-negro a certeza que muitos não querem ter: a morte é inevitável!


É comum pessoas até evitarem tocar neste assunto, pensam que isto a atrai. Contudo, tais pessoas também acabam morrendo.
E você, também tem medo de morrer?

Tantos são os estudos nesta área, acerca dos últimos momentos da vida, e o que temos sabido é que a maior parte das pessoas relatadas nestes estudos, por mais que tenham tentado evitar a morte, ao fôlego final têm demonstrado uma estranha paz, própria de uma inesperada aceitação. As exceções são encontradas nos que marcantemente viveram para o mal, de modo que mesmo antes de fecharem os olhos já se deparam com o seu amargo fim.

Isto nos faz perceber que, em sua enorme maioria, os seres humanos acabam recebendo a própria morte de forma serena, como uma pausa para se encontrarem com o Criador.

Vemos que a morte não deve ser temida, mas, aguardada como escala necessária para a eternidade.

Então, não há nada a temer? Se você estiver de bem com o Criador, não há nada a temer!

Todavia, como alguém pode ter esta segurança? O Criador preparou um modo, um único modo de nos dar esta segurança; não se trata de uma vida de sacrifícios ou rituais complicados, nem tão pouco um juramento de obediência cega a uma religião.

O Criador enviou seu Filho para que nós pudéssemos conhecê-lo de verdade. Este Filho, Jesus Cristo, com sua vida nos ensinou a viver e com sua morte nos ensinou a morrer quando disse: Pai, em Tuas mãos entrego o meu espírito! E nos ensinou a confiar nEle quando disse a um moribundo: Hoje mesmo estarás comigo no Paraíso! E Jesus ressuscitou, prometendo que voltará para buscar os seus amados. Deste modo, a morte virá para todos, a não ser que o Filho volte antes para nos buscar pessoalmente; e não devemos temer a morte; devemos sim temer viver e morrer sem estarmos de bem com o Criador!

Jesus Cristo é o nosso passaporte feliz para a Eternidade!

Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu o seu Filho único para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna! (João 3. 16)

AS ELEIÇÕES E A ELEIÇÃO DIVINA

Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade. Cl 3:12

Os dias 05 e 31/10 foram muito importantes, pois o Brasil inteiro foi às urnas escolher a nossa próxima presidente, bem como senadores e deputados estaduais e federais. Esta escolha é legítima e não poderia ser feita por interesses egoístas, mas visando sempre o bem de toda a nação. Todavia, nem todos têm levado a sério o seu compromisso cívico, e muitos votam apenas para cumprir uma obrigação, sem notarem as conseqüências de sua escolha no dia de amanhã. O fato é que isto tem acontecido com freqüência, e por isso é que grande parte dos políticos age sem o menor pudor, pois, os tais acreditam que façam o que fizerem ainda serão eleitos. Parece mesmo que se esqueceram de que foram eleitos para servir ao seu país, entendendo que todo o seu trabalho se resumiu às andanças de campanha, e uma vez eleitos só lhes resta aproveitar todas as “vantagens” de seu novo cargo.

É dever do cristão, senão de todo o brasileiro, fazer de seu voto um instrumento de limpeza e promoção do bem, dando-o apenas a homens e mulheres que lhe inspirem real confiança.

Mas isto não é tudo o que o Cristão deve saber sobre eleição!

É preciso que se saiba que a Bíblia fala de um tipo especial de eleição; não esta pela qual passamos recentemente, mas uma ainda mais especial: A eleição de Deus, escolhendo aqueles que haverão de ser salvos:

Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo,assim como nos escolheu nele antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele. Ef. 1. 3,4.

Repare que assim como é um absurdo algum político pensar que foi eleito só para usufruir dos "benefícios" de seu cargo, ainda maior erro demonstra aquele que acredita ser um eleito de Deus, e não se dedica a servi-lO da melhor maneira possível. Obedeçamos a Palavra de Deus, dando demonstrações visíveis (através de nossas atitudes) da nossa eterna eleição.

Por isso, irmãos, procurai, com diligência cada vez maior, confirmar a vossa vocação e eleição; porquanto, procedendo assim, não tropeçareis em tempo algum. 2 Pedro 1:10

24/10/2010 - FELIZ ANIVERSÁRIO PAPAI!!!

(Vó Nair, Tia Odália, Tio Efraim, Dona Amezina, Seu amaro, Pai Sadraque e Vô Lourenço, em Ribeira, meados dos anos 70')
Pai, diante desta foto do senhor e do vô Lourenço ao violão, eu compreendo um pouco mais a vontade enorme que sinto de viver cantando para o Pai do Céu.
Te amo muito, Pai!!!